Existe um vão entre a planilha que já não aguenta e o sistema gigante que cobra mensalidade por cem recursos que você nunca vai abrir. O Arquiteto vive nesse vão: um sistema pequeno, feito pro seu jeito de trabalhar, com escopo escrito e prazo fechado.
Cardápio grande é sinal de oferta indefinida. São dois projetos, cada um com escopo nomeado, entregável claro e prazo — não "um sistema pra minha empresa".
Pra quem já sabe o que precisa controlar. O escopo é pequeno e tem nome.
Exemplos reais de escopo:
Entregue no ar, com os seus dados dentro, acessível pelo navegador do celular e do computador — mais 1h de treino de uso.
Pra quem já tem dado — planilha, sistema, exportação — mas não consegue ler.
Não cria controle novo. Pega o que já existe e transforma em visão. Você joga a planilha dentro e os gráficos se refazem na hora — é assim que você atualiza, sem depender de mim e sem pedir nada a ninguém.
O sistema abre no navegador — do computador do balcão ou do celular no bolso. Quem usa não precisa aprender programa novo, e não existe app pra baixar.
Só o que a sua operação faz de verdade. Aqui, ordem de serviço com cliente, prazo e situação — sem vinte campos que ninguém preenche.
Os números que decidem alguma coisa, e uma frase dizendo o que eles significam. Painel que ninguém abre é painel que não serviu.
Pra atualizar, você joga o arquivo que seu sistema exporta — e tudo se refaz.
Telas de exemplo, com dados de um negócio fictício — cada projeto é desenhado pra operação do cliente.
Projeto de escopo fechado morre de uma coisa só: "só mais uma coisinha". Por isso a etapa mais importante acontece antes de começar.
Um documento curto com o que o sistema vai fazer, o prazo e o preço. E, no mesmo documento, o que ele não vai fazer.
Essa segunda lista é a parte mais importante da página — ela protege os dois lados. Você sabe exatamente o que está comprando, e eu consigo entregar no prazo que prometi. Só começo a construir depois que você aceita.
Prazo fechado, e uma parada no meio do caminho pra você ver o que já está de pé e corrigir a rota cedo. Não desapareço até a data da entrega.
A entrega não é uma demonstração bonita: é você operando o sistema com os dados do seu negócio, na minha frente, mais 1h de treino.
O motivo é prático — se você não usar na minha frente, não vai usar depois. Sistema entregue e não usado é dinheiro jogado fora, seu e meu.
Nos 15 dias seguintes, correção dentro do escopo entra sem custo. Se aparecer um pedido novo, ele é escopo novo e tem orçamento próprio — e isso já estava escrito lá na etapa 1, pra não virar desgaste depois.
Isso vale só pro Sistema Simples — o Painel de Indicadores lê a sua planilha e não guarda nada, então não precisa de servidor nem de banco e não entra nessa conversa.
O projeto tem preço fechado e acaba. Mas o sistema continua no ar depois, com várias pessoas usando ao mesmo tempo — e isso exige servidor, banco de dados e endereço próprio, que custam todo mês. Não existe versão sem esse custo; existe escolha de quem carrega ele.
As contas de servidor e banco ficam no seu nome. Eu construo dentro delas e te entrego a chave.
O sistema roda na infraestrutura da Lastrix. Se cair, o problema é meu — e você nem precisa saber que servidor existe.
Se o escopo estiver claro, sai um orçamento com prazo. Se não estiver, eu falo antes de você gastar.
Conversar no WhatsApp